"Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo.... Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer"
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
domingo, 4 de dezembro de 2011
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
DIPLOMA DE MÉRITO A DAVID SANTA CRUZ
Este blogue serve para dar vários tipos de notícias e eventos da nossa aldeia. Mas também das pessoas que de alguma forma fazem parte desta família.
Assim, é com muito orgulho que publico aqui as fotos do meu sobrinho David Santa Cruz, filho do meu irmão Filipe que é desta terra.
Parabéns David, pelo diploma de mérito que te foi entregue pela tua escola.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
XVII ALMOÇO DAS VINDIMAS - XV ADCC- 3ª PARTE
Já deixei aqui algumas fotos deste dia inesquecível. Agora, é a vez de deixar aqui as do magusto e da visita às adegas ao toque das concertinas para provar o vinho novo.
Não posso deixar de agradecer as fotos que me foram enviadas para o meu correio electrónico, pois este ano infelizmente não pode estar presente.
Sem o envio das mesmas não seria possível publica-las aqui neste blogue que é da nossa aldeia "CORTECEGA". Enquanto uns preparavam o magusto, outros divertiam-se
O colocar da caruma e depois as castanhas e de novo a caruma
O Paulo vai mexendo para ficarem bem assadinhas.
Agora é a altura em que se amacia a castanha. e diz-se "amacia, amacia, castanha da azia quando eu era pastor também assim fazia"
Que lindas que elas estão...está quase...
Toca a descascar e é se querem comer diz a Paula....
Todos quiseram recordar o saltar da fogueira...atá o "ti Fernando"...
Mais uma vez voltam a assar, pois algumas estavam cruas.
Todos descascam as castanhitas....
O pucaro do vinho novo.
Prova do vinho novo. Pelas caras está bom...
Mais uma adega a ser visitada
Desta vez foi a vez de provar a jeropiga
terça-feira, 1 de novembro de 2011
XVII ALMOÇO DAS VINDIMAS - XV ADCC- 2ª PARTE
Aqui mais algumas fotos.
Neste caso as do bailarico, do cozido à portuguesa. Jamais poderia deixar de destacar o cantar dos parabéns e o partir do bolo, que este ano contou com a presença da pessoa mais idosa da nossa aldeia que fez questão de se vestir com o traje do antigo Rancho Folclórico de Cortecega. Obrigada tia Laurinda por ter presenteado os presentes com a sua presença.
O Baile
A Graça e a Dina no seu melhor....
Tocam, dançam e divertem-se...Cortecega no seu melhor....
A Animação era contagiante...
Da esquerda para a direita Srª. Presidente da Câmara Drª Lurdes Castanheira, D. Laurinda e a Presidente da ADCC D. Celeste Santos.
Cantar os parabéns ao XVII almoço das vindimas e XV da ADCC
O Assoprar das Velas
Amassar as Filhós
O Cozido à Portuguesa
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
XVII ALMOÇO DAS VINDIMAS - XV ADCC- 1ª PARTE
Cartaz do Almoço
O BOLO
Aspecto da sala na hora do almoço
O Conjunto Sons Latinos
Início da demonstração das várias tradições
A descapelada
As castanhas
As senhoras com o molho da caruma, cesto das uvas e do milho.
Da 1ª geração à actual 4ª geração do antigo Rancho Floclórico de Cortecega
Os tocadores ...
A bela espiga de milho que vai dar a farinha para fazer a broa para o proximo almoço...
A Cila canta o fado e pisa a uva
Ao toque da concertina, canta-se o fado, pisa-se as uvas e descapela-se o milho
Olha a bela espiga!
Mais um almoço, mais um sucesso.
Foi no dia 28 de Outubro que se realizou mais um convívio em Cortecega, o já tradicional XVII Almoço das vindimas assim como XV aniversário da ADCC.
Mas, como este ano foi um pouco mais tarde, deu também para fazer uma pequena demonstração de como se descapelava o milho antigamente, como se pisavam as uvas e ainda houve tempo para o típico o magusto como se pode verificar nas fotos aqui deixadas.
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A MINHA ALDEIA
" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"


















































