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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

IV ENCONTRO DE POESIA NA ALDEIA DE XISTO - PENA

Mais uma vez se realizou o IV encontro de poesia numa das aldeias de Xisto do Concelho de Gois, desta vez na linda Aldeia da Pena, cujo o tema foi "As condições Climatéricas".
O encontro começou com a apresentação dos Poetas Populares apresentados pela D. Rita da empresa “Lousitânia”, organizadora destes encontros.
 Seguiu-se o Workshop da Broa Serrana. Este constou numa explicação por parte de uma residente da terra das várias fazes da confecção da broa.
Começando pelo peneirar da farinha de milho e de centeio, o juntar do fermento, da água morna e da maneira como a mesma se amassa, terminando esta etapa com uma cruz feita em cima da massa seguida da oração “Deus te ponha a santa virtude que eu de mim fiz o que pude” oração que os antigos diziam para a massa fintar.
Tudo isto com a participação dos presentes e daqueles que quiseram experimentar. Seguiu-se o aquecer do Forno.
Enquanto a broa fintava, deu-se início à primeira parte do momento de poesia pelos seus autores: D. Luísa, Sr. Adriano Pacheco, D. Clarisse Sanches e Eugénia Santa Cruz.
Voltámos à broa e nesta fase tendemos a mesma e juntámos à massa a já tradicional mistura de carne e chouriço para fazer uma deliciosa bola de carne. Enquanto a broa cozia seguia-se a segunda parte de poesia.
Finalmente veio a hora do lanche onde todos os participantes e visitantes puderam deliciar-se com a broa quentinha, a bola de carne, o queijo de cabra, o mel, etc.…tudo produtos da região.
Para uns a participação foi uma partilha de saberes e para outros foi o reviver dos tempos passados.
Parabéns aos organizadores destes eventos, pois só assim poderemos dar a conhecer as nossas lindas aldeias assim como os conhecimentos e as vivências do passado e presente destas terras e destas gentes

 Uma das várias casas de Xisto da aldeia da Pena
 Uma imagem esculpida numa parede das casas

 O tender da farinha para a broa
 Um jovem Visitante a experimentar

 Outro visitante que quis recordar o passado

 Eugénia Santa Cruz a declamar um poema

 Entrega das lembranças pela Rita da Lousitânia

 Entrega das lembranças aos poetas que participaram, D. Luísa, Sr. Adriano, D. Clarisse e Eugénia
 Uma das ruas da aldeia da Pena
 O forno onde foi cozida a broa

 O Tegelão onde se mete a massa para tender

 A gamela onde foi amassada a broa

 Uma linda rua da aldeia da Pena

 A Rita à apresentar os produtos da região

 A mesa dos petiscos...e que petiscos...

 Que delicia que estava tudo!

 Esta broa quentinha...aiaiai...e esta bola de carne...hum..
Eu na companhia destas lindas senhoras, que tão bem nos receberam. Obrigada

UM DOS POEMAS DECLAMADOS NESTE DIA.
AS ESTACÕES DO ANO

As estações do ano são quatro
Primavera, Verão Outono e Inverno
O Clima vai se transformando
Frio, vento, chuva, calor…
No verão os fogos que ardem
Transforma as serras num inferno
 Não há uma ordem concreta
Eu aprendi que a primavera vem primeiro
Mas outros dizem que tem início no inverno!
Porque passa pelo mês de Janeiro

Primavera…Ai a Primavera!
Tempo de todas as realidades
Os campos ganham cores
De várias tonalidades.
Quando chega a Primavera
O vento sopra devagarinho
As andorinhas e os pardais
Nos beirais fazem seu ninho.
É primavera e talvez seja por isso
Que o dia já aparece a sorrir
O amanhecer fez o sol nascer antes da hora
E a planície reveste-se de flores a abrir



No verão, o sol que já brota tão belo
Faz mais forte o tom do céu branco e anilado,
Convidando todos nós a nos libertarmos

E ir a banhos no rio ou no mar

Nas nossas praias fluviais de Góis
De águas límpidas e cintilantes
Que com o seus recantos
Faz com que namorem…
Ali Muitos amantes.
No Outono, o sol já não é tão audacioso
É tempo de labutar, é tempo de colheita,
Nos campos um barulhinho dos pardais
Faz lembrar o inverno…
Que se aproxima cada vez mais·
 


O Outono para muitos
É tempo de melancolia
Mas para outros é o início
De uma longa e graciosa vida

E por último, com o inverno mais bravio, 
Vem a chuva, o frio a neve
Das chaminés sai o fumo
Que aquece os corpos enregelados
Que chegam a casa dos trabalhos
Muitos deles, todos molhados.

Mas é no inverno que é Natal
Mês de grande alegria
Foi no dia 25 de Dezembro
Que nasceu o Deus menino…
Que nos guia, dia após dia.

Veio ao mundo para dar o exemplo
De harmonia e humildade
Dando a vida por nós
Em troca não pediu nada.
Existem os amigos Outono,
Que são aqueles que caiem
Como as folhas que caem da árvore
Mas depois de se levantarem
Não se deixam cair jamais. 
O clima ao longo do ano
Muda constantemente
Ora frio ora calor
A intempérie não interessa
Mas sim, um clima de amor.
Poema de:
Eugenia Santa Cruz
10/09/2011

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”

Casa do Concelho de Góis
Associação Regionalista de Melhoramentos, Propaganda, Cultura e Assistência


Freguesias: Alvares – Cadafaz – Colmeal – Góis – Vila Nova do Ceira

 
******************************************************************************

De acordo com o plano de actividades proposto para o ano de 2011, vai o Conselho Regional da Casa do Concelho de Góis realizar no próximo dia 22 de Outubro pelas 15:00 horas, na sua sede, sita na Rua de Santa Marta 47, R/C Dto. em Lisboa, um dia dedicado à:

“A Qualidade de Vida dos Idosos em Góis”
Programa:

Painel A:

 
O Papel dos Técnicos de Saúde- O Estado da Arte e Perspectivas de Evolução Futura
  • Dra. Cláudia Pinto, Médica, Coordenadora do Cento de Saúde, Góis
  • Dr. José Coroa e Dra Ana Coroa, Farmacêuticos, Farmácia Coroa, Góis; Farmácia da Serra, Alvares e Cortes Pharma, Cortes. 
  • Enfa. Isabel Afonso, Enfermeira, Centro de Saúde, Góis 
  • Prof. Carlos Poiares, Psicologia Forense, Universidade Lusófona, Lisboa
Painel B:
Assistência Social, Urgência, Ambulatória e Residencial - Situação actual e Perspectivas de Evolução Futura.
  • Comandante Francisco Dias, Bombeiros Voluntários, Góis 
  • José Serra, Provedor, Santa Casa da Misericórdia, Góis 
  • A designar, Direcção, Centro Paroquial de Solidariedade Social de Alvares 
  • Francisco Gomes, Direcção, Centro Social Rocha Barros 
  • Dra. Lurdes Castanheira, Presidente, Câmara Municipal, Góis
 
 
 Convidamos desde já todos os Goienses a estarem presentes, pois pretendemos com esta sessão proporcionar uma visão global sobre aassistência aos idosos no Concelho de Góis, carências sentidas e perspectivas de melhoria da qualidade de vida no futuro.

O Conselho Regional
tags: casa do concelho de gois


publicado por penedo às 23:37

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

10 DE SETEMBRO - IV ENCONTRO DE POESIA


10 DE SETEMBRO- IV ENCONTRO DE POESIA

LOCAL: ALDEIA DE XISTO DA PENA - GOIS
TEMA:
AS CONDIÇÕES CLIMATÉRICAS

A ALDEIA DO XISTO de Pena, em Góis, recebe mais um Encontro de Poesia Popular, sob o tema "As Condições Climatéricas". Além da poesia e do convívio, há sempre espaço para a animação. Participe neste momento de convívio, no qual se partilham experiências e vivências do passado e presente destas terras e destas gentes. Os ENCONTROS DE POESIA POPULAR têm lugar nas várias ALDEIAS DO XISTO de Góis, e têm como objectivo principal, exortar a população local e outros à participação e partilha de saberes.

Programa:

15h00 – Sessão de Abertura. Segue-se o Workshop da Broa Serrana: Peneirar, Amassar, Tender.

Momentos de Poesia com Adriano Pacheco, Clarisse Sanches e Eugénia Santa Cruz.
Exibição da curta-metragem documental: “Coração do Xisto”. Lanche convívio com a broa serrana feita pelos participantes.

18h00 – Encerramento do IV Encontro de Poesia.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

XVIII CONCENTRAÇÃO MOTOTURISTICA DE GÓIS

Mais um ano e lá estava a “Associação Desportiva e Cultural de Cortecega” com a simplicidade e alegria para receber os Motards que se deslocaram à XVIII Concentração Mototuristica nos dias 18,19, 20 e 21 de Agosto e que mais uma vez nos brindaram com a sua escolha para ali poderem fazer as suas refeições.
A nossa aldeia é já conhecida por muitos uma vez que a origem da Associação muito tem a ver com esta concentração (e quase me arrisco a dizer que sem esta não seria possível o nosso sonho se tornar realidade).
As obras continuam ano após ano e este ano quem lá foi encontrou um espaço já pintado, quase todas as divisões com chão novo, um fogão industrial, entre outros. Mas, para que tudo isto seja possível temos de arregaçar as mangas e trabalhar.



Começando na semana que antecede os motards e terminando uns dias após o fim da concentração, as gentes de Cortecega não param.

Servir cerca de 750 refeições principais, mais os pequenos-almoços e os lanches não é fácil mas quem corre por gosto não cansa.
Ali só está quem quer ajudar. Sempre voluntários, de todas as idades, este ano éramos cerca de 40 pessoas. A nossa maior recompensa é saber que quem nos visitou saiu feliz e ver a nossa Hospedaria “Trepadinha” cada vez mais perto de estar concluída.

A próxima aventura será no dia 8 de Outubro de 2011.
O almoço anual das Vindimas já tem lugar há vários anos e como sempre haverá muita música e animação. Toda a gente é bem vinda !

A nossa Hospedaria está sempre aberta para quem ali quiser dormir e é só marcar.

As fotos aqui deixadas demonstram um pouco do trabalho, da alegria contagiante de quem trabalha, dos visitantes e das iguarias ali servidas.

UM BEM HAJA A TODOS E PARA O ANO CÁ VOS ESPERAMOS.


 


Caros visitantes, uma vez que estas fotos não tem grande qualidade e a pedido de vários amigos, publico em slideshow ao lado direito deste blogue novamente as fotos.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DAS NEVES - CORTECEGA

Verão é sinónimo de festa, sinónimo de festas e populares…

Em tempos celebravam-se com mais alegria e fervor, todas as aldeias tinham as suas festas de verão em honra dos seus padroeiros. Cortecega não fugia à regra e tinha as sua festa em honra da sua padroeira Nossa Senhora Das Neves, que duravam uma semana… tempos que já lá vão embora ainda haja quem lute e tenha força para arrastar outras pessoas e assim não deixar morrer estas lindas tradições.

Neste campo quero em meu nome pessoal agradecer ao Sr. José das Neves que de há alguns anos para cá tem sido o grande responsável por esta festa não ter acabado. É verdade que sozinho não conseguia, mas basta dizer “vamos fazer” que ao seu lado o povo se reúne e nestes dias todos estão presentes para ajudar no que for preciso.

Apesar de hoje ser diferente, a alegria contagiante do povo desta linda aldeia foi passando de geração em geração e este ano a nossa festa foi nos dias 6 e 7 de Agosto. Foram apenas dois dias mas a alegria e boa disposição estiveram sempre presentes. A música começa a tocar e soar pela aldeia, acompanhada pelo cheiro da broa, chanfana, filhós e outras iguarias que se sente no ar .

A população começou a chegar à festa e o tempo chuvoso arrastou as pessoas para dentro da Associação Desportiva e Cultural, onde se realizou o baile de Sábado… Pessoas de todos os lados foram-se cumprimentando.

Depois de chegar à festa uns refrescam a garganta enquanto outros compram umas rifas… As prateleiras eram convidativas e tinham de tudo um pouco.

Por mais que encontremos objectos que não nos façam falta, o mistério de saber qual é o prémio no papel faz sempre furor e só ficamos contentes quando trazemos uma caneca para casa ou até um par de meias.

Depois vem um pezinho de dança ao som do conjunto “Cheirinhos do Sul” que durou até de madrugada…

A noite alongou-se e os mais resistentes aguentam-se sempre com uma loirinha como companhia e as arcas estiveram sempre atestadas, pois faltar bebida numa festa em Cortecega jamais.

Por entre bebidas e diversão, uns vão para as suas casas e o recinto vai ficando vazio. É nesta altura que muitos começam a sua própria festa… no seu perfeito juízo ou não, o bar ainda vai dando lucro. As concertinas, o bombo e os ferrinhos saem do armário e a festa continua rua a baixo até o dia nascer…

Domingo pela manhã chegou o nosso cozinheiro Zé, a ele se juntaram (desta vez um pouco mais tarde pois a noite foi longa) as já habituais ajudantes (nós). E assim se confeccionou um excelente almoço para mais de 120 pessoas que mais um ano se juntaram a nós.

Durante a tarde houve a já tradicional sardinhada acompanhada das papas de milho, ao som das concertinas de Cortecega tocadas pelo Felisberto e Américo no Bombo a Bela, acompanhados pelas “cantadeiras afamadas”, Cecília, Eugénia, Anabela e Júlia.
Um bem-haja a todos e até dia 8 de Outubro no Almoço das Vindimas, pois Cortecega espera por vós.

Aqui ficam as fotos para melhor recordar estes dois dias de euforia:



Caros visitantes, uma vez que estas fotos não tem grande qualidade e a pedido de vários amigos, publico em slideshow  ao lado direito deste blogue novamente as fotos.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

CONVITE A VISITAR CORTECEGA

DESEJO A TODOS UMAS EXCELENTES FÉRIAS…

NÃO SE ESQUEÇAM DE VISITAR O CONCELHO DE GOIS; EM ESPECIAL A MINHA LINDA TERRA -CORTECEGA. PROMETEMOS MUITA ANIMAÇÃO E UM EXCELENTE CONVÍVIO.

CAROS MOTARDS, CORTECEGA CÁ VOS ESPERA NO FIM-DE-SEMANA, DE 18 a 21 DE AGOSTO, COM A EXCELENTE COMIDA CASEIRA E MUITA SIMPATIA


segunda-feira, 18 de julho de 2011

"ALDEIAS DE XISTO - "II ENCONTRO DE POESIA"

Já aqui disse que não me considero uma “Poetisa” mas sim alguém que gosta de escrever o que lhe vai na alma e no coração.
No entanto, foi com muita honra que mais uma vez aceitei um convite que me foi feito através do Turismo de Góis e da “Lousitânea Liga Amigos da Serra da Lousã” (Lousitanea@gmail.com) para estar presente no II Encontro de Poesia cujo o tema foi “A Natureza da Serra”, realizado na aldeia de Xisto de Aigra Nova. Este evento esteve inserido nas iniciativas do GóisOrosoArte 2011.
O encontro contou com a presença especial do poeta Carlos Carranca, acompanhado à viola por Eduardo Araioso, pela D. Josefina e eu, lamentando a falta do outro poeta que por motivos particular não pode estar presente.
Foram momentos que ficarão na minha memória e dos quais me orgulho muito.
Não posso deixar de agradecer à organização a Lousitânea, à Sr.ª. Presidente da Câmara de Góis, Dr.ª Lurdes Castanheira e toda a sua equipa pela maneira como nos recebeu e a todos os presentes neste evento.
Um agradecimento especial à minha cunhada Dominique à minha sobrinha Susana e ao meu irmão João, assim como às pessoas da minha terra que fizeram questão de estar presentes. Para mim foi muito importante poder contar com a presença deles.
Deixo aqui algumas fotos deste evento, assim como um dos quatro poemas que ali declamei.


 
  
 
 

 

 





ENCONTRO DE POESIA

Através do Turismo de Góis
Fui informada deste evento
Disse cá para mim
Tenho que estar presente
Quando recebi o convite
Para neste encontro de poesia participar
Pensei: Que vou dizer?
Para este povo homenagear.

Para poder falar e pedir
As gerações vindouras
Que parecem feitas a gás
Pois esta nova juventude
Toda a diferença faz

Eles que não vão deixar
Estas aldeias serem esquecidas
Delas darão que falar
E as nossas tradições, levar.

Vila de Góis Capital do Ceira
A qual me orgulho de pertencer
Mas o que posso falar
Para ainda mais a enaltecer?

Pensei! Vou falar
Daquilo que me vai no coração
E dizer a esta gente
Que para quem vive longe daqui,
Regressar, é um presente

Presente por poder contemplar
Esta magnifica Natureza
As suas casas de Xisto
Casas de realeza

Ver a paisagem rural
Que dá cereais para o pão
Vir a esta terra… é uma alegria
Em qualquer ocasião

Lusitânia, Liga da Amigos da serra da Lousã
Em parceria com a Câmara de Góis
Concretizaram o Museu da Aigra Nova
Que fica na Rua dos Bois

Esta aldeia tem agora
O comercio tradicional
Onde todos podem comprar
O que de mais puro existe
Neste cantinho de Portugal

Almoçar tranquilos
Nesse paraíso de sonho
Saboreando queijo das aldeias
A Chanfana com cabra local
E a aguardente de mel ou medronho

A Câmara de Góis muito tem feito
Para ajudar nestes eventos
Mas, pequena como é
Muito mais não pode dar
Pois atravessamos maus tempos

É muito bom poder mostrar
Como se cozia a broa antigamente
Não deixem de provar
Quando sai do forno bem quente

E antes de no fogo entrar
Se esta broa quiser aperfeiçoar,
Bacalhau, cebola e colorau deve juntar
Com azeite criado na nossa Serra…

Este é um petisco delicioso
Que aprendi a fazer
Com a minha querida mãe,
Em Cortecega, minha terra.

Eugénia Santa Cruz
18/06/2011

quarta-feira, 13 de julho de 2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DAS NEVES

Tal como prometido aqui fica o Cartaz, elaborado pelo Gonçalo Santa Cruz, da Festa de Verão em honra de Nossa Senhora das Neves em Cortecega dias 6 e 7 de Agosto de 2011.






NÃO FALTES E TRÁS UM AMIGO
POIS!!!

SERÁ NOSSO AMIGO TAMBÉM.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA DAS NEVES

CAROS AMIGOS!
BREVEMENTE DAREMOS MAIS NOTÍCIAS

segunda-feira, 13 de junho de 2011

ENCONTRO NACIONAL DE POETAS POPULARES

Neste Blogue é meu hábito colocar notícias e informações relacionadas com eventos realizados na minha aldeia ou Concelho.
Desta vez a notícia que aqui vou publicar, tem a ver um pouco comigo. Sendo eu filha desta terra e deste Concelho achei por bem aqui escrever algumas palavras sobre um evento ao qual fui convidada a participar através dum email enviado pelo posto de Turismo de Góis, onde informava que a Câmara de Paços de Ferreira, mais propriamente da Cidade de Freamunde, pela Dr. LuísaTojal, Presidente da Associação Pedaços de Nós, tinha enviado um comunicado a convidar os poetas populares do Concelho a participarem no Encontro Nacional de Poetas Populares cujo o tema Era “ PEDAÇOS DE NÓS”, e posteriormente os seleccionados seriam publicados num livro.
Não me considero uma Poetisa mas sim alguém que gosta de escrever o que lhe vai na alma e no coração, mas a minha família lá me convenceu a enviar um poema.

Fui convidada para estar presente no lançamento do livro cujo título é “ Encontro Nacional de Poetas Populares” que decorreu no dia 11 do corrente mês.

Quando chegaram Freamunde, poetas e familiares foram encaminhados para o restaurante onde foi servido um excelente almoço. Seguimos para um lindo jardim onde foram citados os poemas.
Os participantes eram chamados pela ordem alfabética do nome de cada localidade. Uns que tinham sido enviados através das suas Câmaras Municipais, outros porque concorreram em nome individual.
O meu poema foi colocada na pagina da Câmara Municipal de Sintra, uma vez que a localidade onde vivo pertence a este concelho. Na pagina da Câmara Municipal de Góis está o da grande poetisa D. Clarisse Barata Sanches.

Como a D. Clarisse não pode estar presente, eu fui convidada a ler o seu poema e falar um pouco sobre este concelho, o meu conselho natal, do qual sinto um grande orgulho em pertencer. Pedia à minha filha mais velha que me acompanhou a Freamunde, que lê-se o poema escrito por mim, que “representava” o concelho de Sintra, pois ela sim, nasceu e vive neste concelho.
O evento terminou com a visita a uma exposição sobre Freamunde – Pedaços de Nós- acompanhado por iguarias da Cidade e o excelente vinho do Porto.
Todas as Câmaras Municipais que de uma forma ou de outra participaram vão receber um livro.

Foi um dia inesquecível que vou guardar na minha memória para sempre. Sinto-me muito lisonjeada, por poder falar do meu Concelho e para além disto, já fui convidada a participar em outros eventos de poesia, em várias locais diferentes.

Um obrigado a todos os organizadores pela maneira muito acolhedora como nos receberam, com um agradecimento especial a Presidente da Associação Dr. Luísa Tojal, chamada carinhosamente por todos os residentes por “Luisinha”.

Deixo aqui as fotos da capa do livro, assim como a da informação sobre os concelhos de Sintra e de Góis, que esta escrita no livro, completando com os poemas escolhidos para representá-los. Para além disso, deixo aqui também algumas fotos deste dia espectacular.

Capa do Livro

Pagina do Município de Góis

Poema de Clarisse Sanches
Página do Município de Sintra





Poema de Eugénia Santa Cruz

Os vários representantes do evento
Dr. Luísa Presidente da Associação " Pedaços de Nós e
 Eugénia Santa Cruz
A minha apresentação


A minha filha Filipa que leu o meu poema
A Dr. Luísa a apresentar a mesa e a dar as boas vindas a todos
Os Livros
A Exposição

Chegada ao restaurante
O Almoço

Aspecto geral da sala do almoço

Chegada de alguns convidados

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"