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terça-feira, 4 de agosto de 2009

FESTAS DE VERÃO EM CORTECEGA

Este fim-de-semana (1 e 2 de Agosto) realizaram-se as festas em honra de Nossa Senhora das Neves, Padroeira da nossa terra.
As mesmas decorreram com muita alegria e animação.
É nestas alturas que as pessoas residentes e não residentes aproveitam para se reencontrar. Para alguns já passou um ano sem se verem. É uma boa maneira para começar as férias de verão.
Obrigada a todos aqueles que se quiseram juntar a nós.
Deixo aqui algumas fotos das várias actividades e divertimentos destes dois dias.
Click em cima das mesmas para abrir.
As restantes fotos poderão velas no vídeo que publicarei neste blog.

O dia amanheceu chuvoso mas à tarde
o sol regressou e a noite foi excelente.


Em Cortecega não há festa sem chanfana.
Bela iguaria para brindar os amigos às refeições.


O forno tem de estar bem quente,
depois é aguardar +- 3 horas.





Procissão em Honra de Nossa Senhora das Neves.
.

O interior da capela e a preparação da missa
com o padre Carlos.


Nossa Senhora das Neves. Ruas enfeitadas
para passar a procissão

Local da festa. Panorâmica de dia e noite


Venda das rifas e o imprescindível leilão, pois quem quer
festa tem de pagar.


O Baile bem animado com muita assistência.


Local do pré-pagamento e das bebidas, sempre
com um sorriso de quem estava de serviço.


O excelente acordionista Tiago Silva que abrilhantou
o baile até de madrugada.


Almoço de Domingo - sopa da pedra , arroz de feijão
com bacalhau frito, acompanhado com salada
Sobremesa arroz doce e melão.

Enquanto os homens jogavam à malha,as senhoras
divertiram-se durante a tarde a jogar o jogo do prego.

As tradicionais papas de milho acompanhadas com a bela
sardinha assada .

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"