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domingo, 13 de julho de 2014

segunda-feira, 10 de junho de 2013

terça-feira, 17 de abril de 2012

PÁSCOA 2012 - AS BOAS FESTAS EM CORTECEGA

Mais um ano e lá estávamos nós à espera do compasso ou as chamadas também,  boas festas, que chegou à nossa aldeia por volta das 18 horas. Pelo segundo ano consecutivo ao Domingo, o que dá muito jeito a quem vive longe e que durante alguns anos não podiam assistir, porque era à quinta- feira a seguir à Páscoa.
Obrigada a todos por nunca deixarem morrer estas tradições, até para o ano se Deus quiser

Aqui ficam algumas fotos para mais tarde recordar.


 Parte do grupo estavam à espera do compasso à porta da tia Preciosa, outro estava na primeira casa a ser visitada a da minha madrinha Ilda e Acácio.
 Mais um ano e lá andava o Sr. Vitó com a sineta a avisar que já tinham chegado...

 Alecrim que é colocado à entrada das portas por onde entrou o grupo.
 Mais uma escada.. o grupo a subir para a casa da tia Lena.
 Abençoai Sr. esta casa e todos os que nela habitam.(....) algumas das várias palavras ditas ao entrar em casa das pessoas pelo representante do Sr. padre,  com a cruz que vai ser beijada pelos presentes.
 Pelas ruas da nossa linda aldeia

 Aqui está o lanche, que esperava que as boas festas (compasso) termina-se para refrescar a garganta e aconchegar o estômago.

 Só mais um bocadinho de bola , um copinho e uma filhó...diz a Dina....

Foram estas senhoras que organizaram o lanche e ofereceram a todos os presentes. Obrigada tia Celeste e Ti Mário.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

VOTOS DE UM FELIZ NATAL

REFLEXÃO

O outro lado do Natal!

O outro dia ao olhar para um mendigo a dormir num canto de uma loja, a tentar abrigar-se da geada matutina, no meio das suas roupas rotas e coberto de cartões e jornais, o meu coração foi invadido por uma tristeza imensa.

Então como posso eu ser feliz no natal, época de paz e amor, de fartura na mesa, de gastos com prendas que inclusive deixam algumas pessoas em situações de quase miséria, com seres humanos que vivem nestas condições? Pensando que o pobre dormia, despi o meu casaco e cobri-o com ele soltando uma lágrima, tamanha era a dor que me invadiu naquele momento. Sem que os olhos se abrissem aquele mendigo deixou-me a mais bela mensagem de natal:

Natal não são as lágrimas que derramamos pelos que nos são queridos, não são as prendas caras às pessoas da família e amigos (…) Natal é um sorriso a um desconhecido, é uma mão que ajuda um necessitado, é um abraço sentido (…) Natal não é pensar, mas sim sentir e agir.

domingo, 4 de dezembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

BANDA SABORES LATINOS


ESTA VOZ LINDA E A SUA BANDA SABORES LATINOS VAI ESTAR NA PASSAGEM DE ANO EM CORTECEGA...
NÃO FALTES, VAI SER DE ARROMBA

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

PASSAGEM DE ANO 2011/2012

AMIGOS E AMIGAS DE CORTECEGA ESTEJAM SEMPRE ATENTOS ...
E ACREDITEM COMO TUDO É POSSIVEL, É SÓ QUERER... :)
VAMOS FAZER MAIS UM EVENTO A PENSAR EM VOLTAR A REENCONTRAR-MO-NOS, PARA MAIS UNS MOMENTOS UNICOS NA NOSSA LINDA ASSOCIAÇÃO!!!!
"PASSAGEM DE ANO 2011/2012..."
POR ISSO ARRANJEM NA VOSSA AGENDA MANEIRA DE MARCAR A VOSSA PRESENÇA...
VAMOS TENTAR DEIXAR DE PENSAR NO MUNDO QUE NOS RODEIA E JUNTAR UM PÉZINHO DE MEIA, PARA CONVIVERMOS NESSES DIAS, E RELEMBRAR MOMENTOS LINDOS E SAUDÁVEIS PASSADOS NA NOSSA ALDEIA...
TÊM TEMPO DE PENSAR E OPTAR POR UM DIA DIFERENTE CHEIO DE BOA HARMONIA DIVERTIMENTO E CLARO UMA EMENTA DIVINAL COMO SEMPRE...
NÃO FALTEM….LANÇO AQUI HOJE O DESAFIO....
 DINA NEVES

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"