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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

XVII ALMOÇO DAS VINDIMAS - XV ADCC- 1ª PARTE

 Cartaz do Almoço
 O BOLO
 Aspecto da sala na hora do almoço

 O Conjunto Sons Latinos

 Início da demonstração das várias tradições
 A descapelada
 As castanhas
 As senhoras com o molho da caruma, cesto das uvas e do milho.
Da 1ª geração à actual 4ª geração do antigo Rancho Floclórico de Cortecega
 Os tocadores ...
 A bela espiga de milho que vai dar a farinha para fazer a broa para o proximo almoço...
 A Cila canta o fado e pisa a uva
 Ao toque da concertina, canta-se o fado, pisa-se as uvas e descapela-se o milho
A Dina a dizer! é para colocar aqui....
 Olha a bela espiga!

Mais um almoço, mais um sucesso.
Foi no dia 28 de Outubro que se realizou mais um convívio em Cortecega, o já tradicional XVII Almoço das vindimas assim como XV aniversário da ADCC.

Mas, como este ano foi um pouco mais tarde, deu também para fazer uma pequena demonstração de como se descapelava o milho antigamente, como se pisavam as uvas e ainda houve tempo para o típico o magusto como se pode verificar nas fotos aqui deixadas.

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A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"