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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

XV ALMOÇO DAS VINDIMAS 2009

Este fim-de-semana realizou-se mais um almoço das vindimas nesta linda aldeia (Corteçega).
Bem hajam a todos os que compareceram e assim quiseram passar um dia agradável na nossa companhia.

O dia começou bem sedo, com a preparação do almoço e o arranjo da sala onde foi servido saboroso cozido à Portuguesa, sopa, arroz doce, aletria, bom vinho e a bela broa de milho.

Por vota das 13horas começou a ser servido o almoço para +-170 pessoas, acompanhado pela boa música portuguesa.
Ao meio da tarde os filhos dos antigos elementos do Rancho Infantil de Cortecega, (alguns já na 4 geração como foi o casa da Beatriz que tem apenas 6 meses) apareceram trajados com a farda que os seus pais, tios avós vestiram e brindaram os presentes com a marcha da nossa terra tocada pelos antigos tocadores, fazendo uma pequena demonstração de como se pisavam as uvas antigamente.
Seguia-se o cortar do bolo e bailarico para todos dançarem.
O dia terminou pela noite dentro.

Obrigada a todos, para o ano há mais e Cortecega cá vos espera.

Deixo aqui algumas fotos para recordação. Clic em cima das mesmas para abrir. Pode ver mais no vídeo que aqui publiquei.










2 comentários:

MJ FALCÃO disse...

Não entro na discussão... Só te quero dizer que devia ser bem bom esse almoço na tua terra!
Imagino as vinhas e as cores deste Outono que não quer ir embora...
Parabéns pelo teu blog!
M.J.Falcão (falcaodejade)

Paula Santa Cruz disse...

Parabéns por mais esta informação! Apesar de não podermos ter estado no almoço, gostamos de ver esta notícia e fotografias, soubemos que tudo correu bem.
Parabens á Comissão, especialmente à Ti Celeste.
Filipe, Paula e David.

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"