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quinta-feira, 3 de junho de 2010

VENCEDORES DA BLOGAGEM DE MAIO - "Aldeia da Minha Vida"

PARABÉNS AOS VENCEDORES DA BLOGAGEM DE MAIO

O lindo mês de Maio passou a correr. A chuva e o sol andaram a fazer das suas... Contudo, o tempo não impediu a Aldeia de expor várias visitas a Museus e outros locais importantes de Portugal e do Mundo. A Blogagem de Maio apresentou-nos não só um enorme espólio cultural, como também nos mostrou que a palavra Museu tem ainda um grande valor. A Aldeia espera que tenham gostado da visita. Mas deixem-se estar mais um pouco para o anúncio dos vencedores.

Este mês, o júri mantém a opção tomada em Abril: todos os premiados vão auferir da mesma recompensa. Trata-se de algo muito importante para a Aldeia. Já sabem o que é? Tem a ver com o duplo evento do dia 10 de Junho. Acertaram! Cada um receberá um exemplar do livro “Aldeias Históricas de Portugal – Guia Turístico”.

O/A vencedor/a do Prémio de Melhor Bloguista é:

João Celorico, do blog Salvaterra e Eu

Eis um bloguista que escreve com paixão, sendo sempre sincero e frontal nas suas opiniões. Alegra o blog da Aldeia com as suas quadras ou enriquece-o com mais conhecimentos. Parabéns!

O vencedor do Prémio de Melhor Comentário é uma menina que traz sempre no seu coração, uma aldeia perdida por entre montes. Falamos de Cristina R. e do comentário que escreveu no texto do bloguista João Celorico:

Cristina disse...
Quando a uma criança é dada a possibilidade de entrar num museu e de nele ir entrando várias vezes, tornar-se-á um “curioso”, um buscador de mais conhecimentos e respostas. Aprenderá a apreciar todas as obras de arte, da escultura à pintura… Tornar-se-á um conhecedor do Mundo.
E sem dúvida que certas pinturas, “visões” do inferno, impressionam qualquer criança e os deixa temerosos a pensar que talvez, se não se portarem bem, é lá que vão parar…
Entrar num museu é entrar num local mágico, é entrar numa verdadeira máquina do tempo, que nos proporciona uma viagem pelos séculos. É um local onde se concentra tanto talento e imaginação. Felizes dos que lá trabalham, pois têm a nobre missão de o passado preservar.
Parabéns pela descrição."

Cristina R., do blog Uma aldeia perdida por entre montes

É uma menina que escreve com muito sentimento e cujo carinho pela sua terra e pelas suas gentes transmite a todos. Felicitações!

Agora o/a vencedor/a do Prémio de Melhor Texto… Houve um empate na votação. Mas após a contagem dos comentários e a análise da qualidade dos mesmos, a vencedora com 3 votos (27 %) e 7 comentários totais, é:

Eugénia Santa Cruz, do blog Cortecega – Notícias da Minha Terra

Trata-se de uma menina jovial que faz tudo em prol da sua aldeia e cuja história de vida se encontra no blog Clube das Mulheres Beirãs. Esperemos ter o prazer de a conhecer ao vivo no duplo evento do dia 10 de Junho. Felicidades!

5 comentários:

Paula Santa Cruz disse...

Ola Eugénia,
Parabéns por mais este prémio.
Um grande beijinho de nos os 3.
Paula, Filipe e David

Anónimo disse...

Obrigada Paula. Tu que me conheces sabes que eu escrevo por gosto, mas os nossos textos serem reconhecidos é sempre bom! sabe bem e dá força para continuar. Obrigada a todos os que tem paciência para os ler e que votaram. Confesso que até me esqueci, só quando li o mail da Lena de Aldeia da Minha Vida é que foi ver.
Um beijo grande para voçês.
Eugénia Santa Cruz

Eugénia Cruz disse...

O anonimo sou eu. Eugénia Santa Cruz, só que esqueci de me identificar.
Obrigada a todos.

Acacio Moreira disse...

Olá Eugénia!
Parabéns por mais este bem merecido prémio.
Tendo em conta o excelente texto que escreveu foi justa a decisão do júri
Beijo
Acácio Moreira

Anónimo disse...

Olá!
Somos as irmãs Ivone e Rute, filhas da Lurdes irmã do Acácio. O teu blog está muito bem feito. Ainda bem que há alguém que divulga a nossa terra. Beijinhos

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"