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domingo, 25 de abril de 2010

"O ENTERRO DO BACALHAU"

Como ainda continua-mos no tempo pascal, deixo aqui mais uma historia que nos foi deixada pelos nossos antepassados, passava-se na sexta feira santa, e nas nossas aldeias tinha por nome, “o enterro do bacalhau” Tive o privilégio de assistir pela 1ª vez à demonstração recriada pelo Grupo de Escuteiros de Góis. Foi uma noite tão engraçada, muito bem representada por “actores improvisados”.
Todos temos problemas que de uma maneira ou de outra nos afligem, mas tenho quase a certeza que durante as duas horas do espectáculo tudo foi esquecido, só se ouviam risos e palmas. Foi Lindo! Um Bem-haja a todos os que nos proporcionaram este momento.
Para o ano espero assistir outra vez….

CliK em cima da imagem para aumentar.

Este recorte foi uma noticia publicada no Jornal "O Varzeense de 15/4/2010


O Cortejo do Bacalhau....

Os acompanhantes...

A Procissão do enterro do Bacalhau...

A Viuva e os queixosos....

O Sr. Bacalhau e o Sr. Juiz...

O BACALHAU...

O Sr. Bacalhau a pedir clêmencia...

As testemunhas do queixoso...

As testemunhas...

A sala de Audiências...

2 comentários:

Paula Santa Cruz disse...

Olá Eugénia,
Sei que "O enterro do Bacalhau" se realiza á alguns anos em Góis, mas nunca fui assitir. Talvez para o ano... as fotos me incentivam a isso.
Bjs
Paula

Helena Teixeira disse...

Ai que isso deve ser de partir o cóco a rir. Nas fotos, a Geny tá no cortejo, tá tá :)

Aproveito e deixo um convite: Participe na blogagem de Maio do blog www.aldeiadaminhavida.blogspot.com. O tema é: Vamos ao Museu. Para tal, basta enviar um texto de máximo 25 linhas, 1 foto ilustrativa, o título e o link do blog para aminhaldeia@sapo.pt até dia 10/05. Pode escrever sobre o seu museu preferido ou monumento. Há boa disposição e prémios.

Jocas gordas
Lena

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"