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quinta-feira, 3 de março de 2011

BTL-BEM REPRESENTADO PELO CONCELHO DE GOIS

Foto rectirada do blog "Penedos de Gois"
Com o apoio da ADIBER, os Municípios de Góis, Arganil, Oliveira do Hospital e Tábua, fizeram-se representar na Bolsa de Turismo de Lisboa, divulgando o que de melhor há e se faz nestes Municípios da Beira Serra. O stand conjunto, esteve sempre muito concorrido, o que deixa antever que a iniciativa é um êxito. O certame, que encerra portas neste Domingo, é a feira de turismo mais importante do nosso país, e são demonstrações como esta que não deixam esquecer as tradições de cada terra.
A nossa Beira Serra e o Sr. Presidente da Adiber, bem como os presidentes dos Municípios aqui presentes estão de parabéns pela iniciativa.

Foto rectirada do Blog. ("Penedos de Gois)

Todas as restantes fotos foram tiradas por mim.

A convite da Câmara municipal de Góis o Rancho Folclórico Serra do Ceira – Colmeal - Góis, veia representar este Município com as suas danças e cantares.



A convite da ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, o Grupo de Concertinas Sem Eira Nem Beira, fez a animação do encerramento da participação nos municípios de Góis, Arganil e Oliveira do Hospital na Bolsa de Turismo de Lisboa no passado domingo dia 27 de Fevereiro


Para quem está longe como eu, é um prazer poder ver na grande capital (Lisboa) o nosso Concelho tão bem representado. Não posso deixar de falar num outro Rancho Folclórico de Buarcos Figueira da Foz, que a todos os presentes deixou impressionados, como se pode dançar horas seguidas com cântaros à cabeça de 13 quilos, foi realmente outro dos momentos marcantes desta tarde.

Um bem-haja a todos e até para o ano…

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A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"