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terça-feira, 1 de março de 2011

TRADIÇÃO ALÉM FRONTEIRAS

Mais uma vez aqui publico umas fotos que me foram enviadas via e-mail pela Fernanda, esposa do Joaquim e segundo ela me disse é o ensaiador deste rancho que já existe há 27 anos. A família que começou na tia Alice e seu marido (já falecido), depois entraram as filhos a Fátima, Anabela e Joaquim, e agora os netos Zumero e Lou-Anne (filhos do Joaquim).
Não duvido que o bichinho do folclore já ia no sangue quando abalaram para França à procura de uma vida melhor. Obrigada a todos por representarem a nossa terra e Portugal.

Aqui ficam as fotos enviadas, clik em cima das mesmas para ver em tamanho normal.

Fernanda, Samuel e Joaquim

Zumero e Lou-Anne

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A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"