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domingo, 14 de junho de 2009

ALMOÇO DA AMIZADE EM CORTECEGA - 2009

Carta enviada pela secretária da Associação Desportiva e Cultural de Cortecega, Drª. Dalila Neves aos sócios.

Olá Caros Sócios, Amigos e conterrâneos:

Envio algumas fotos para vos mostrar como A NOSSA ASSOCIAÇÃO está muito mais bonita e partilho convosco a minha opinião sobre todo o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido.

Muitos não se recordam, mas foi no dia 19 de Julho de 1998 que colocámos a 1.ª pedra daquele que, naquela altura se sonhava que viesse a ser o edifício da Associação Desportiva e Cultural de Cortecega. O desejo de então era a criação, tão somente de um Centro de Convívio, onde nos pudessemos reunir para conviver e ali desenvolver actividade recreativas e desportivas, à semelhança do que viamos noutras aldeias.

Mas quisemos ser ousados e recordo que o então Presidente da Câmara Municipal de Góis, Dr. José Cabeças, um dia num dos muitos almoços convívio em que participou, incentivou-nos a criar uma hospedaria no 1.º piso. Não fomos de modas, arregaçamos as mangas e vai disto. Tivemos o apoio do LEADER +, 1 Programa Comunitário que financiou uma parte da obra. Mas havia que trabalhar muito, pois a restante parte da despesa era suportada pela Associação. E assim foi: organizámos diversos eventos: a Festa da Passagem de Ano, o Almoço da Amizade, o Almoço das Vindimas, servimos refeições durante a Concentração Motard, de modo a podermos angariar os fundos que a Associação tanto necessita.

Esta Associação tem crescido e melhorado com passinhos de bebé. Todos nós sabemos que o seu crescimento tem contado
com a boa vontade e o querer de muitos, alguns residentes, outros naturais, mas não residentes, que optaram (ou a vida assim quis) por viver noutros locais: Arganil, Coimbra, Lisboa e outros, mas sempre que podem lá vem eles para cá!

Como sabem a nossa Associação tem fracos recursos económicos, mas é importante que se diga que tem contado sempre com o trabalho voluntário das pessoas que dela fazem parte: dirigentes, amigos e colaboradores. A união e o empenho caracterizam estas gentes (em que eu própria me incluo) que, desde sempre, procuraram reunir esforços em prol do desenvolvimento social e económico da sua Região e, ao longo dos anos têm sido e continuam a ser impulsionadores de um maior bem-estar, de melhor qualidade de vida das populações e do meio a que pertencem.

Para continuar o bom trabalho, estamos a organizar o Almoço da Amizade, que vai realizar-se no dia 13 de Junho, sábado
(essa semana tem 2 feriados, facilita a vida para quem vem de fora). Pfv passem palavra, pois nem todos têm e-mail e participem!

Em relação às fotos que envio, é importante dizer-vos que temos contado com alguns apoios quer da Autarquia local, quer de particulares conterrâneos e de amigos:

A Câmara Municipal de Góis ofereceu mesas e bancos para o interior da Associação e bancos para o exterior; comprometeu-se, por ofícío, em construir uma nova fossa em Cortecega, pois entendem que a fossa séptica actual não reúne condições para assegurar os despejos da nossa aldeia.

A Junta de Freguesia de Góis ofereceu um subsídio e o Sr. Manuel de Cortegaça ofereceu um donativo para ajudarem a custear o material utilizado no tecto do r/chão da Associação; para a colocação do tecto contámos
com a mão-de-obra do Zé da Nela, do Paulo, do Zé Pilau, Zé Neves, Zé

Participem no Almoço da Amizade e assim já vêem ao vivo e a cores as novidades.

Bjs

Dalila Neves




As fotos:


Fotos do exterior da Associação


Foto do tecto interior da Associação

1 comentário:

Eugénia Santa Cruz disse...

Obrigada cunhada Paula Santa Cruz pela ajuda que me tens dado,só assim será possivel a concretização deste blog. Espero poder contar sempre contigo.
Beijos
Eugenia Santa Cruz

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"