A minha aldeia é igual a outras tantas;
Chove e faz frio e faz calor…Cheira a terra,
Sonha-se livremente sem guerra…
Ah, terra minha…Tanto que me encanta.
A minha aldeia guarda na memória,
Os tempos das misérias passadas;
Nas rugas deste povo, imenso nadas
Porque dos nadas não se faz história.
Na minha aldeia, ouve-se os passarinhos a chilrear;
Logo de pela manhã, vê-se o sol nascer,
Rompendo devagarinho ao amanhecer
A minha aldeia!... Que bom é lá estar.
É da serra, que é inspiração do meu canto.
Olhos alcançaram largos horizontes,
Percorrendo mundos mil de espanto.
Sal de mágoa e suor rompeu nas fontes;
Povo que trabalha selvagens montes,
Amamos nossa terra, tanto!... Tanto!...
Chove e faz frio e faz calor…Cheira a terra,
Sonha-se livremente sem guerra…
Ah, terra minha…Tanto que me encanta.
A minha aldeia guarda na memória,
Os tempos das misérias passadas;
Nas rugas deste povo, imenso nadas
Porque dos nadas não se faz história.
Na minha aldeia, ouve-se os passarinhos a chilrear;
Logo de pela manhã, vê-se o sol nascer,
Rompendo devagarinho ao amanhecer
A minha aldeia!... Que bom é lá estar.
É da serra, que é inspiração do meu canto.
Olhos alcançaram largos horizontes,
Percorrendo mundos mil de espanto.
Sal de mágoa e suor rompeu nas fontes;
Povo que trabalha selvagens montes,
Amamos nossa terra, tanto!... Tanto!...

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