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quinta-feira, 4 de março de 2010

OBRIGADO


Caros amigos!

Obrigado a todos os que têm ajudado a continuar este espaço onde partilho histórias da minha aldeia. Seja com textos, fotografias, comentários ou com as suas passagens por este blog, que para mim é um orgulho, pois fala da minha ALDEIA.
É muito gratificante poder ver o nosso trabalho reconhecido, mesmo que seja uma critica não faz mal, pois é com elas que crescemos.

Fazer o que gostamos já é muito gratificante, mas ser vencedora do Prémio de Melhor Bloguista do mês de Fevereiro é mais um incentivo para continuar a escrever neste simples espaço, e continuar a participar na excelente iniciativa que desde há muito a “Aldeia da Minha Vida” proporciona a todos os que querem participar, cujo o seu link é:
Http://www.aldeiadaminhavida.blogspot.com/

"A vencedor/a do Prémio de Melhor Bloguista é:

Eugénia Santa Cruz, do blog Cortecega - Notícias da Minha Terra

Esta menina, ferrenha corteceguence, representa nobremente a sua terra. A merecida surpresa que temos para ela é: o livro “Calor”, de Miguel Ângelo. "
Texto retirado do blog "aldeia da minha vida"

Um bem haja a todos.

6 comentários:

Anónimo disse...

Parabens

o Penedo

M. Lourdes disse...

Parabéns Eugénia.
A distinção é mais que merecida. Espero pelo próximo post lá na "Aldeia"
Beijinhos
Lourdes

Adriano Filipe disse...

Parabéns pela distinção,e que continue a presentear-nos com os seus belos textos.
Cumprimentos
Até logo

Paula Santa Cruz disse...

PARABÉNS pelo prémio Eugénia.
Bjs
Paula, Filipe e David

Guidinha Pinto disse...

Olá Eugénia, boa tarde. Li, só agora, que foi premiada pelas frases e fotos que compõem o seu espaço.
Como sua visita assídua, o meu abraço de Parabéns. Continue.

Acacio Moreira disse...

Parabéns Eugénia,
A distinção é muito justa e gratifica o seu empenho e dedicação ao blogue da aldeia.
Abraço
Acácio

A MINHA ALDEIA

" Da minha aldeia vejo quando da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista a chave,
Escondem o horizonte, empurram nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver. "
Alberto Caeiro, em "O Guardador de Rebanhos"